Dia da Filosofia na ESM
Quarta-feira, véspera do Dia Mundial da Filosofia. Monta-se a Caverna e a montagem está a dar mais trabalho que o esperado: começou às 9 da manhã e terminou às 21h00.

As coisas nem sempre correm bem mas a professora Ana Fontes sabe o que quer e, com o seu espírito de liderança, os problemas vão-se resolvendo

No dia 15 as coisas começam da melhor maneira: no auditório, um saboroso e animado debate, conduzido pelo Professor Pedro Pinho, em que o tema da caverna não podia deixar de ser chamado e, ao mesmo tempo, os alunos da professora Isabel Calvet grafitavam a Caverna do átrio, uma espécie de work in progress, mesmo sem saber que, ao lado, os seus colegas dos décimos anos se aventuravam no exercício da especulação filosófica, tentando responder à questão Para quê estudar filosofia?

Não sei que alegoria nos proporia Platão, se connosco partilhasse estes tempos. Tenho alguns motivos para pensar que a modernidade (a pós-modernidade?) também tem as suas cavernas e, onde houver escuridão, uma tela e um projecto, o espírito da caverna nunca pode estar verdadeiramente ausente.
À noite a professora Céu Costa dá inicio ao projecto Verso e Universo e convida a professora Ana Fontes para uma leitura comentada do livro Platero e eu, de Juan Rámon Jimènez.

As coisas nem sempre correm bem mas a professora Ana Fontes sabe o que quer e, com o seu espírito de liderança, os problemas vão-se resolvendo

No dia 15 as coisas começam da melhor maneira: no auditório, um saboroso e animado debate, conduzido pelo Professor Pedro Pinho, em que o tema da caverna não podia deixar de ser chamado e, ao mesmo tempo, os alunos da professora Isabel Calvet grafitavam a Caverna do átrio, uma espécie de work in progress, mesmo sem saber que, ao lado, os seus colegas dos décimos anos se aventuravam no exercício da especulação filosófica, tentando responder à questão Para quê estudar filosofia?

Não sei que alegoria nos proporia Platão, se connosco partilhasse estes tempos. Tenho alguns motivos para pensar que a modernidade (a pós-modernidade?) também tem as suas cavernas e, onde houver escuridão, uma tela e um projecto, o espírito da caverna nunca pode estar verdadeiramente ausente.
À noite a professora Céu Costa dá inicio ao projecto Verso e Universo e convida a professora Ana Fontes para uma leitura comentada do livro Platero e eu, de Juan Rámon Jimènez.

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