Irlanda 5
Na frente do estabelecimento predominavam as cores amarela e verde e, por cima da porta, com letras grandes e artísticas, anunciava-se Real Brasil.
Parei, por curiosidade.
No vidro da porta de entrada um papel informava que a forma legal de trazer algum familiar para a Irlanda é só para estudar. E, como estudante, podia trabalhar até 20 horas por semana e, nas férias, essas horas cresciam até 40. Para qualquer esclarecimento, indicava-se um contacto.
Parei, por curiosidade.
No vidro da porta de entrada um papel informava que a forma legal de trazer algum familiar para a Irlanda é só para estudar. E, como estudante, podia trabalhar até 20 horas por semana e, nas férias, essas horas cresciam até 40. Para qualquer esclarecimento, indicava-se um contacto.
Logo depois da entrada do estabelecimento, do lado esquerdo, uma grande espaço, bem mobilado, dava-nos facilmente a certeza de ser um escritório para receber pessoas
No interior deparei-me com uma multiplicidade de coisas vindas de além-mar: - mandioca, coco, guaraná, diversos enlatados e ainda chás e produtos para temperos, para além de bandeiras e bandeirinhas tricolores daquele país da América do Sul.
À volta gente brasileira, comprando e conversando.
Dirigi-me à jovem que afanadamente procurava ordenar as coisas numa prateleira e perguntei-lhe se viviam ali muitos brasileiros.
No interior deparei-me com uma multiplicidade de coisas vindas de além-mar: - mandioca, coco, guaraná, diversos enlatados e ainda chás e produtos para temperos, para além de bandeiras e bandeirinhas tricolores daquele país da América do Sul.
À volta gente brasileira, comprando e conversando.
Dirigi-me à jovem que afanadamente procurava ordenar as coisas numa prateleira e perguntei-lhe se viviam ali muitos brasileiros.

- Sim, bastantes…
- …
- Você é irlandês?
- Não, português
- É, fala outra língua…
- …
- E donde você é?
- De Portugal.
- Mas fala português diferente…
Acho que ficou perturbada.
Que língua estranha tão semelhante, né?!... E na Irlanda!...

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