Irlanda 8
O tempo fazia-se cada vez mais curto e o desejo de ver mais não diminuía. Havia ainda vários museus e monumentos para visitar, mas era impossível ir a todo o lado.
Optei pela National Gallery of Ireland, grande espaço onde se expõem obras de arte, essencialmente de pintura e de vários países, o que constitui uma amostra de arte diversificada e de pintores famosos.
Interessou-me sobretudo a pintura irlandesa e gostei muito de quadros que representavam paisagens naturais e humanas de épocas recuadas, dando a conhecer tipos e costumes sociais, levando-nos até outra Irlanda que desapareceu e desaparece.
Optei pela National Gallery of Ireland, grande espaço onde se expõem obras de arte, essencialmente de pintura e de vários países, o que constitui uma amostra de arte diversificada e de pintores famosos.
Interessou-me sobretudo a pintura irlandesa e gostei muito de quadros que representavam paisagens naturais e humanas de épocas recuadas, dando a conhecer tipos e costumes sociais, levando-nos até outra Irlanda que desapareceu e desaparece.
Mas há também obras recentes, muitas delas representando figuras nacionais que, por uma coisa ou outra, se notabilizaram, como é o caso de uma quadro de Louis Le Brocquy retratando Bono, dos U2.
E, aproveitando as últimas horas, corri até Dalkey, uma terra na costa de Dublin, região que atrai a média e alta burguesia e onde se acolhem notáveis personalidades irlandesas, como a que atrás referi. É uma cidade acolhedora, tranquila e muito agradável na sua arquitectura.
Em Dalkey é obrigatório subir o morro que se situa sobranceiramente sobre o mar. A pé pode custar um pouco mas é compensador porque há muito verde nos acompanhando e do alto se desfruta de uma vista esplêndida sobre Dublin e sua baía, deixando-nos uma ideia precisa da geografia da área da capital.
E, aproveitando as últimas horas, corri até Dalkey, uma terra na costa de Dublin, região que atrai a média e alta burguesia e onde se acolhem notáveis personalidades irlandesas, como a que atrás referi. É uma cidade acolhedora, tranquila e muito agradável na sua arquitectura.Em Dalkey é obrigatório subir o morro que se situa sobranceiramente sobre o mar. A pé pode custar um pouco mas é compensador porque há muito verde nos acompanhando e do alto se desfruta de uma vista esplêndida sobre Dublin e sua baía, deixando-nos uma ideia precisa da geografia da área da capital.
O dia estava de sol e foi um passeio reconfortante para o final da estada.
De novo em Dublin, havia que fazer as despedidas no Temple,
um pub de referência; é mais que um pub dentro do mesmo espaço, atendendo à multiplicidade de salas existentes. Mas já me tinha despedido das bebidas alcoólicas na noite anterior quando, contrariando mais uma vez o meu médico, (tenho esperança que ele não leia isto), resolvi experimentar o irish coffee. Estar na Irlanda e não provar a Guinness nem o Irish Coffee é como entrar num templo, não ver os santos nem rezar.
Foi o final de festa. Agora há que voltar à abstinência.
Espero que a água do meu sítio recomponha os humores hepáticos.
um pub de referência; é mais que um pub dentro do mesmo espaço, atendendo à multiplicidade de salas existentes. Mas já me tinha despedido das bebidas alcoólicas na noite anterior quando, contrariando mais uma vez o meu médico, (tenho esperança que ele não leia isto), resolvi experimentar o irish coffee. Estar na Irlanda e não provar a Guinness nem o Irish Coffee é como entrar num templo, não ver os santos nem rezar.Foi o final de festa. Agora há que voltar à abstinência.
Espero que a água do meu sítio recomponha os humores hepáticos.
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